quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Faz sentido

     No poste anterior sobre a infância eu disse que não ia muito com a tal da Barbie, não sabia como brincar com ela e tudo mais. Hoje, por acaso encontro esse vídeo da âncora do Jornal do Sbt, Rachel Sheherazade, sempre muito crítica e com opiniões fortes sobre os assuntos em pauta no mundo, ela fez um comentário muito interessante sobre "a boneca mais perfeita e rentável da indústria dos brinquedos", que talvez eu compartilhasse involuntariamente, mas hoje concordo plenamente!



   Encontrei uma bizarrice maior ainda, a Barbie "Bióloga do Ártico." ahahahaha

 

 


     Olha a chiqueza!

  

      Que tal? Quem sabe eu passe a simpatizar com ela agora! rs (acho que não).

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Nostalgia...

   Quando dei a ideia do assunto pra essa primeira semana de "Caixinha de Pandora", confesso que não pensei que seria tão complicado descrever o momento mais marcante da minha infância, pois tenho muitas histórias inesquecíveis e divertidas pra contar. Quanto mais eu penso, mais lembranças vão surgindo na mente e percebo que o tempo passa muito rápido e quando somos crianças sabemos usufruí-lo muito bem obrigada, aproveitamos cada segundo e fazemos cada segundo valer a pena. Vou resumir um pouco de como foi minha infância...
   
    Bom, quando nasci morei pra fora, pois meus avós possuem uma chácara. Desde cedo convivi com a tradição gaúcha, meus pais fundaram um piquete em frente a casa dos meus avôs e meu pai tinha um mercadinho (bolicho de campanha haha) e sempre tinha bailes por lá, eu acompanhava bem faceira. As vezes nem tanto porque eu me emburrava, me irritava em ficar de vestido de prenda durante muito tempo e minha mãe me colocava traje pra eu voltar mais confortável pro baile. Mesmo que lá fora não tenha cavalos eu andava em um cavalo branco que um senhor levava no piquete. A partir dessa época que passei a gostar disso tudo, talvez foi o que me impulsionou mais tarde a dançar em invernada e conviver dentro de CTG.

   Como sou a mais velha, era o xodó principalmente do meu avô. Era "o fantástico mundinho de Laura" haha, passado um tempo minha irmã Laísa nasceu e nós, junto com nossa prima que tinha quase a mesma idade dela fazíamos de tudo um pouco. Água, terra e pasto era nossa brincadeira preferida, panelinhas de plástico, brincar de comidinha... Ficávamos todo o dia correndo pra lá e pra cá carregando os apetrechos da brincadeira, fazíamos chá de uma florzinha que tinha aos montes por lá e ofericíamos aos adultos. Nos finais das tardes nossas mães e avós tomavam mate na sombra das árvores e meio que nos cuidavam enquanto nos divertíamos. A família do meu avô é de origem italiana, por isso esse primeiro sobrenome com consoantes repetidas. Além de família italiana, família com parentesco duplo, pois trata-se de duas irmãs casadas com dois irmãos (meus avôs e seus irmãos) que moram na mesma chácara porém em casas diferentes.
     Durante minha infância, adorava dar uma de construtora, pegar um pano e fazer uma barraca, pegar madeira e fazer qualquer coisa e dizer que era uma casa. Carregar brita, tábua e ir arrumando entre duas árvores, acho que foi a "melhor casa" que nos fizemos. Pra falar a verdade gostava mais dessas brincadeiras ao ar livre do que brincar de bonecas, preferia bebês do que barbies pois nunca sabia o que fazer com elas, brincava que ela era minha filha ou uma "eu" adulta? Acabava que ficava só penteando o cabelo dela mesmo. Até a graça acabar e eu perder a paciência!
     Lá fora tem um balanço azul de dois lugares, tá lá por algumas gerações! Agora não tão bom e inteiro quanto antes, mas segue lá e sempre que eu vejo lembro que apesar de só possuir dois lugares nós faziamos caber sempre mais um. Talvez seja por isso que ele está meio tortinho hoje. Um dia meu vô fez outro balanço, e nossa aquele balanço me fazia voar, tanto que uma vez já rodopiei e bati com a cabeça no chão. A rede foi outra coisa marcante, sempre a tragédia acontecia comigo, já raspei a perna em um toco com pontas depois de cair da rede.
     A minha primeira largada para aprender a andar de bicicleta sem rodinhas foi lá fora também, e nessa época já morava aqui na cidade. Meu pai deu o impulso e eu fui... Fui mesmo, que me topei em um limoeiro, dá pra ver que era uma criança muito desastrada, né?! Bem, eu falando tudo isso faz parecer que morei toda minha infância pra fora, mas a verdade é que fiquei lá só até 4 anos. É que sempre vou lá, férias, alguns finais de semanas, aniversários, natal, ano novo... Enfim! Então tudo de melhor da minha infância aconteceu na casa dos meus avôs, junto com minha irmã do meio, pois a menor nasceu depois, minha prima que mora lá, outros primos e amigos que visitavam e também as crianças vizinhas.
                                         
    Pode passar o tempo que for, eu posso estar em qualquer parte do mundo e fazendo qualquer coisa também, que eu nunca vou esquecer disso tudo. Casa de vó sempre é bom, não é?! Muitos quitutes, muitas alegrias, e além disso tem um jeito tão acolhedor que não tem em nossa casa. E o engraçado é que não dá vontade de morar lá, mas de passar um tempo, uns dias. Talvez por ser tão bom e ter o gostinho de sentir saudades depois que viemos embora.

    A minha infância foi ótima, é engraçado pensar que na época não tínhamos as mesmas coisas que as crianças de hoje em dia têm e apesar disso fomos feliz! É, na época da minha infância, bastava o sol lá fora e o resto se resolvia.

     Segue aí as postagens dos blogs que compartilham a ideia da "Caixinha de Pandora":
 
*Utopia:
  ''... O cheiro, ''o gosto'', os ares do campo sempre me fizeram muito bem.''

*Novas Metas: "... Acredito que a água 'acalma' as pessoas."

*Blog da Pepi: "... Afinal, quem é que não gosta dos trapalhões?''



Espero que tenham gostado! Beijão. :*

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Novos projetos - Caixinha de pandora


              Em busca de novas parcerias, e até mesmo de divulgar um pouco mais nossos textos, topamos participar de um projeto chamado Caixinha de Pandora. Que reúne 6 blogueiras de todos os cantos do Brasil. Cada uma posta sobre assuntos diferentes, porém todas têm em comum o gosto pelo mundo dos blogs. Conhecendo melhor...

NOME: Kelem Freitas Duarte
IDADE: 17 anos
O QUE FAZ DA VIDA: Sou acadêmica do Curso de Jornalismo da UFSM; repórter da TV Campus; tradicionalista e acima de tudo apaixonada pela cultura gaúcha.
UMA FRASE: "Quem acredita sempre alcança." Renato Russo
BLOG: No dia-a-dia
METAS PARA ESSE ANO: Viajar, conhecer novas pessoas, aprender a falar outros idiomas, fazer novas amizades e conservar as antigas e muitas outras coisas.
CIDADE/ESTADO:  Alegrete- RS



NOME :  Lorena Raspanti de Souza
IDADE : 19 anos
O QUE FAZ DA VIDA: estudante de ciências biológicas na Universidade Federal do Pampa - Unipampa
UMA FRASE : "Quando não se olha para o passado a tendência é repetir os mesmos erros"
BLOG : UTOPIA  - meu monstrinho 
METAS : apesar de estar quase chegando ao fim, recebi uma proposta bem legal de um site, e em breve conto mais pra vocês. Me empenhar mais na faculdade e pegar meu tão sonhado projeto, retomar meu inglês e fazer minha viagem pro Canadá :)
CIDADE/ESTADO:  BH - Minas Gerais / São Gabriel - RS                                                     
NOME :Erissandra Cardoso
IDADE : 27 anos
O QUE FAZ DA VIDA: Sou consultora (mas vendo de tudo) e sou blogueira de coração.
UMA FRASE : ''Viva por si e não pelos outros''
BLOG : Blog da Pepi 
METAS : Abir minha loja e chegar aos 500 seguidores até o fim do ano.
CIDADE/ESTADO: Fortaleza- Ceará


NOME :  Laura Pizzutti Beulck
IDADE : 17 anos
O QUE FAZ DA VIDA : Acadêmica de Ciências Biológicas na Universidade Federal do Pampa.
UMA FRASE : "Não mais temas o calor do sol, nem as iras do inverno furioso." - Virginia Woolf
BLOG : No dia-a-dia
METAS : me dedicar ainda mais para a minha Biologia quando voltar as aulas, ler e pesquisar sobre Biologia Marinha. *.*
CIDADE/ESTADO:  Alegrete- RS


NOME :  Cediele Ferreira Aloy
IDADE : 18 anos ,mas faço 19 daqui a 15 dias *---*
O QUE FAZ DA VIDA : Sou acadêmica de Ciências Biológicas na Universidade Federal do Pampa, mas com a matrícula trancada. Enquanto isso faço o que eu amo: trabalho com maquiagem, unhas e cabelos !
UMA FRASE : ''Sou como você me vê'' - Clarice Lispector
BLOG : faço participações na tag "Fêmeas em pauta" do blog UTOPIA 
METAS : Lutar para ingressar na faculdade novamente, porém para cursar minha paixão que é LETRAS ♥ e emagrecer com o #projetoverão2013 hihi
CIDADE/ESTADO:   São Gabriel-RS


NOME :  Bruna Barcelos
IDADE : 18 anos
O QUE FAZ DA VIDA : Estudo ciências biológicas na UNIPAMPA
UMA FRASE : ''Só sei que nada sei''
BLOG : Novas Metas
METAS : Voltar a estudar (pois a universidade está em greve), conseguir concluir as minhas metas para este ano (como perder alguns kilinhos hahahahaha) e me divertir muito (por que eu mereço :P) 
CIDADE/ESTADO:  São Gabriel- RS / Lajeado- RS



É isso aí gente! Em breve muitas coisas novas para compartilharmos! :*

domingo, 19 de agosto de 2012

Música, citação e novidades...

O tempo vai dizer lento o que virá... ♪





    Temos novidades!!! Fomos convidadas para um projeto que terá o nome de "Caixinha de Pandora".   Alguns outros blogs também participarão, são eles:

~> Utopia
~> Novas Metas
~>Blog da Pepi

   Fiquem de olho, todas as segundas-feiras terão novidades sobre a "Caixinha de Pandora".
   
   Beijão! ;*

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

"Um dia, você tem 17 anos..."

          Olá! Esse vídeo é de uma citação linda do último episódio de uma série que eu assistia: One Tree Hill ou Lances da Vida (no Brasil). A mensagem em questão está em quase 2 minutos de vídeo, então tenham paciência quando começar!
           Espero que gostem! Desejo um ótimo fim de semana, beijosss. :*



// É a história mais antiga do mundo.
Um dia, você tem 17 anos e está planejando o futuro.
E então, sem você perceber o futuro é hoje.
E então, o futuro foi ontem.
E assim é a sua vida.
Passamos tanto tempo querendo, buscando, desejando.
Mas ambição é algo bom.
Perseguir as coisas com integridade é algo bom.
Sonhar.
Se tivesse um amigo que nunca mais fosse ver... O que você diria? 
Se pudesse fazer uma última coisa para alguém que ama... O que seria?
Diga. Faça. Não espere. Nada dura para sempre.
Faça um pedido e guarde no seu coração.
Qualquer coisa que você quiser.
Tudo o que você quiser.
Fez? Ótimo.
Agora acredite que pode se tornar realidade.
Você nunca sabe de onde virá o próximo milagre. 
A próxima memória. 
O próximo sorriso.
O próximo desejo que se tornará realidade.
Mas se acreditar que está logo adiante...
E abrir seu coração e mente para a possibilidade... Para a certeza..
Pode ser que consiga o que queria.
O mundo está cheio de mágica.
É só acreditar nela.
Então, faça um pedido.
Fez? Ótimo.
Agora acredite nele com todo o seu coração. //

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Uns dias após o Dia do Estudante

             A classe estudantil... creio que seja uma das categorias da sociedade menos valorizada. Os professores reclamam, todos reclamam, mas o que deixam para os estudantes? E falo como integrante dessa parcela da população, qual é o incentivo que temos para tanto estudo. Agora como já estou na faculdade tudo tomou outra forma, e já tenho meus objetivos, não preciso mais de incentivos para meus estudos. Mas para quem ainda está no Ensino Médio? Hipocrisia dos professores, faltam laboratórios, faltam materiais, falta qualificação, faltam tantas coisas que se torna até difícil mencionar todas elas. 
         O Dia do Estudante (11 de agosto) - um dia pouco divulgado, pouco valorizado, seria porque não rende lucros ao comércio? Prefiro pensar por outro lado, existem tantos dias D que esse é menos importante. Não! Sem estudos, sem estudantes o que seria deste país. É não que nós (estudantes) temos oportunidade de fazer algo pelo Brasil, mas é graças as pesquisas que muitas coisas estão se desenvolvendo por aqui. E já nem digo tanto a parte financeira, apesar de faltar verbas. O principal fator que precisa ser mudado, é a inovação da metodologia, principalmente nas escolas públicas. Essa "desatenção" toda, esse desanimo, que afasta milhares de jovens todo o dia das escolas, é consequência desse falta de jeito de passar o conhecimento. É preciso uma mudança na maneira de mostrar os conteúdos para os alunos. Posso até parecer indignada com  esse assunto, mas já convivo com ele há muito tempo. 
      As greves de várias categorias estão aí infindáveis sem resultado algum, e enquanto isso um pequeno grupo de estudantes, de Santa Maria mesmo, que aparentemente tem dinheiro "lutam" pela ""igualdade"" é com duas aspas, uma igualdade fictícia. Não podemos generalizar os fatos, vamos antes de mais nada valorizar cada um do jeito que é. Porque TODAS as camadas sociais tem o seu papel na sociedade, desde o gari, o carteiro, o médico, cada um de uma forma tem a sua funcionalidade, e todos merecem receber (tanto remuneração quanto motivação) pelo que fazem. Vamos avaliar mais nossas atitudes, escolher melhor nossos representantes, e parar de condenar quem tenta fazer algo por uma melhoria, as greves deviam ser para reivindicar os direitos de todos nós, e não para semear a discórdia e a raiva da maioria da população. Falta muita coisa para realmente nos tornarmos um país desenvolvido, basicamente duas coisas: UNIÃO (de todos os cidadãos em prol de ir atrás das melhorias) e principalmente EDUCAÇÃO de qualidade. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012