sábado, 30 de junho de 2012

Cidade Olímpica

   
 

 
    Mês que vem, como todos sabem, tem Olimpíadas em Londres e a expectativa para os jogos, é grande. A cidade de Londres, capital da Inglaterra, possui um reconhecimento mundial principalmente por sua riqueza cultural, tanto no ramo da literatura quanto na música e na arte. Além de atrair turistas pelo clima agradável, seu visual clássico e monumentos históricos como o famoso Big Ben e o Palácio de Buckingham.


455847 Pacotes de viagem para Londres Americanas 2012 1 Pacotes de viagem para Londres, Americanas 2012

    Grandes escritores são de origem britânica e muitos se inspiraram na cidade de Londres para escrever suas obras. William Shakespeare (Romeo e Julieta), Virginia Woolf (Mrs. Dalloway), Jane Austen (Orgulho e Preconceito), Agatha Christie (O assassinato de Roger Ackroyd), Charlie Dickens (Canção de Natal), Emily Brontë (O Morro dos Ventos Uivantes), J.K. Rowling (Harry Potter), Lewis Caroll (Alice no País das Maravilhas), Philip Pullman (trilogia: A Bússola de Ouro), J. R. R. Tolkein (trilogia: O Senhor dos Anéis) talvez sejam os mais lidos e conhecidos mundialmente - esse último nasceu na África do Sul, mas possui nacionalidade britânica.

 

    Londres também é o lar de muitos museus, dentre eles o Museu Britânico considerado o mais completo do mundo em termos de artefatos históricos; o Museu de História Natural que se divide em áreas como arqueologia, botânica, insetos, corpo humano etc;  possui também um museu de estátuas de cera de pessoas famosas chamado Madame Tussauds, além do Museu Victoria e Albert (o nome em homenagem a realeza) possui objetos decorativos de todos os cantos do planeta.

  
   

 


Estátuas de cera: (Beatles e Rainha Elizabeth)
   


      
 

     
As cidades candidatas tinham até 15 de Julho de 2003 para apresentar suas candidaturas. As cidades eram Havana, Istanbul, Leipzig, Madrid, Moscou, Nova Iorque, Paris, e Rio de Janeiro.
No dia 18 de Maio de 2004, o Comitê Olímpico Internacional (COI), reduziu o número de cidades postulantes para cinco que evoluiram para candidatas: Londres, Madri, Moscou, Nova Iorque e Paris.
     Em 19 de Novembro de 2004, o Comitê Olímpico Internacional recebeu os livros de candidatura das cinco candidatas. O COI enviou uma equipe de avaliação que visitou as cinco cidades candidatas durante Fevereiro e Março de 2005. A candidatura de Paris levou duas advertências durante a visita do COI: uma série de greves e manifestações coincidindo com a visita e de que havia uma investigação aberta sobre Guy Drut, um dos principais membros da equipe parisiense e membro do COI,que estava sendo acusado de receber propina.
    Em 6 de Junho de 2005, o Comitê Olímpico Internacional divulgou o relatório final das cinco cidades candidatas. Embora esses relatórios não contivessem qualquer pontuação ou classificação, o relatório de Paris foi considerado o melhor, seguido pelo de Londres, cuja nota tinha diminuido,em relação à primeira avaliação, em 2004. Outras duas candidatas Nova Iorque e Madri obtiveram também uma avaliação muito positiva em seus relatórios.


   
   
As cinco cidades foram visitadas por delegados do COI, que avaliaram itens como segurança, saúde, transporte, serviços de hotelaria e infraestrutura. Um dos principais fatores que fizeram de Londres a escolhida, foi o transporte público, que apesar de ser considerado o mais caro do mundo e precisar de ainda mais expansão da linha do metrô, é um serviço muito eficiente e sempre com a pontualidade britânica. 

     

          Nomes:

      O nome de Wenlock foi inspirado na cidade de Much Wenlock na Inglaterra. A sociedade olímpica de Wenlock realizou seus primeiros jogos em 1850, servindo de inspiração para as olimpíadas modernas. Wenlock tem 5 pulseiras coloridas, representando os anéis olímpicos. O topo de sua cabeça lembra o pódio e a frente tem o formato da cobertura do Estádio Olímpico de Londres.
         O nome de Mandeville vem do Stoke Mandeville Hospital em Buckinghamshire, onde os jogos de Stoke Mandeville deram origem aos jogos Paraolímpicos. O relógio de Mandeville marca 0:20:12 e sua cabeça representa o símbolo das Paraompíadas. A pele de metal polido dos mascotes foi criada para refletir as características de seus amigos. Uma câmera que grava tudo o que eles vêem e a luz no topo da cabeça lembra os famosos taxis de Londres.



     Realizar Olimpíadas requer muito planejamento além do momento de construção dos estádios para os jogos e reformas na cidade que irá sediar, o mais importante é o legado que toda essa estrutura irá deixar depois que os jogos terminarem. 

     Em 2004, houve Olimpíadas em Atenas e até hoje a cidade tenta usufruir do que foi feito, pois tudo está abandonado, é por isso que a Grécia é sempre lembrada quando se discute a armadilha econômica de se realizar uma Olimpíada. A mesma coisa aconteceu em 2008, com as Olimpíadas em Pequim, os chineses ficaram eufóricos com a escolha da cidade, apresentaram um grande espetáculo visual, porém um dos estádios mais famosos o "ninho de pássaro" encontra-se a mercê do tempo.
     Sydney, recebeu ótimas críticas em 2000 quando sediou os jogos, quesito organização o evento ocorreu sem dores de cabeça. Mas, apesar de ser uma cidade muito bem desenvolvida e de padrão de vida exorbitante, após 12 anos ainda sofre as consequências dos gastos extremos, hoje tenta de qualquer forma estimular o fluxo de pessoas na região do Parque Olímpico que segue praticamente vazia. Mais surpreendente que a falha do projeto, só mesmo a confissão de quem chefiou o planejamento dos jogos, Sue Hollyday: "Não tínhamos uma política clara para a administração do parque depois da Olimpíada, agora Sydney está pagando o preço."

         "Segundo o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional) Jacques Rogge: "Londres criou um novo padrão de como entregar um legado duradouro. Já é possível ver resultados palpáveis da incrível revitalização da região leste da cidade. Esta grande e histórica cidade já deixou sua marca no legado para os próximos Jogos"
       Londres, de fato, parece estar seguindo uma receita vencedora. Inspirada em Barcelona-1992, medalha de ouro entre os projetos recentes de legado olímpico, a capital britânica baseou seu plano para 2012 na reformulação de uma região esquecida da cidade. Construir o parque olímpico numa área carente de valorização é tacada certeira, já que desencadeia uma série de ações benéficas à população, com efeitos que vão muito além do período de disputa dos Jogos. Além de cultivar uma nova e próspera comunidade num bairro antes irrelevante, essa estratégia acaba criando novos eixos urbanos - surgem novas vias de trânsito, novas linhas de trem e metrô, novos centros de comércio e atividade econômica. O desafio, nesse caso, é saber o que fazer com as instalações esportivas depois dos Jogos. Para evitar o surgimento dos já famosos elefantes brancos, o comitê organizador de Londres decidiu, por exemplo, construir instalações temporárias, cujos componentes serão reutilizados em outras cidades do país. Os britânicos ainda não resolveram, porém, o problema mais crítico de seu projeto: o destino do Estádio Olímpico, justamente a peça central do parque erguido no leste da cidade. O mais provável é que vire a nova casa do West Ham, time de futebol tradicional da cidade - mas isso já seria uma distorção do projeto original, já que a ideia era preservar o estádio como palco para competições de atletismo. Planos como esses sempre esbarram na dificuldade de equacionar as finanças de uma instalação olímpica depois dos Jogos. Abrir suas portas à população parece uma alternativa sensata. Mas só parece - os equipamentos olímpicos são construídos para uso por atletas de ponta, e mantê-los em ordem exige despesas constantes. Transforma-los em instalações públicas, portanto, também é um desperdício. Entre pagar com verba pública a manutenção de um estádio ou ginásio cujo uso é pouco frequente e entregá-lo à iniciativa privada num contrato "camarada", a escolha parece ser entre o péssimo e o ruim - e ilustra bem como, na ponta do lápis, promover uma Olimpíada poucas vezes vale a pena." - Revista Veja


Sydney, Austrália (2000)


       O mais assustador disso tudo é que China e Austrália são países que possuem condições muito boas para se viver e a Grécia, que vem passando por uma série crise financeira, é considerada país desenvolvido, mesmo assim todos sofrem com o transtorno deixado pelos  Jogos e a Inglaterra tão valorizada, governada por monarquia faz planos e desenvolve métodos para não cair na mesma onda dos outros países. Agora, eu me pergunto o que vai ser do Brasil? Um país subdesenvolvido que ainda não tem o básico para a vida de seus habitantes, vai sediar as Olimpíadas em 2016, por enquanto só pensam em terminar as obras antes do prazo previsto, e não em pensar a longo prazo.
      Dia 27 de julho podemos assistir as Olimpíadas em Londres, com certeza vai ser lindo como sempre é. Mas, daqui a quatro anos a celebração vai ser em nosso país e se não houver muito planejamento, as consequências vão recair em todos nós!
       

   

domingo, 24 de junho de 2012

"Pouco ambicioso"...

            Há poucos dias atrás a Laura fez uma postagem no blog com o mesmo assunto, explicando o objetivo desse evento, e quais as "mudanças" que ele traz para o planeta. Faço aqui um breve relato dos resultados que ele obteve...

        É acredite, "Pouco ambicioso"... essa foi a denominação que o documento aprovado na Rio +20 recebeu. Na minha opinião algo entorno de injustiça, hipocrisia, já que  tantos chefes de governo se reúnem em um evento maravilhosamente grande, bem produzido e com um só intuito: salvar o planeta. No entanto, o que menos foi discutido nele foram as medidas para diminuir as agressões ao meio ambiente. O pouco que podemos observar através das notícias foram as grandes campanhas publicitárias, belos cartazes, e até mesmo crianças plantando árvores. Será que é isso que estamos realmente precisando?
          Enquanto milhares de pessoas passam fome na África, aqui no Brasil, justo aqui, chefes de Estado desfrutam das "soluções", é eles desfrutam porque nada poem em prática. Uma das sugestões foi de que cada país doasse 0,7% de seu PIB, mas poucos aceitaram (os países desenvolvidos é claro que não aceitaram a proposta). 
          Quanto ao documento, uma verdadeira "farsa", recheado de palavras bonitas e admiráveis que se não estivessem apenas no papel, com certeza seriam medidas que melhorariam o mundo. Não tive paciência de ler todo ele, pois são quarenta e nove páginas escritas dizendo a mesma coisa. "Precisamos" tomar alguma atitude, mas e quando irão tomar essas devidas atitudes? Como exemplo de tudo isso cito a primeira cláusula, na qual diz que o documento teve a plena participação de toda a sociedade civil, o que é óbvio que não é verdade, pois as ONG's e demais organizações civis não tiveram participação na assinatura dele. Contrários ao documento, muitos presidentes de organizações não governamentais e outros movimentos assinaram uma espécie de "manifesto"  tanto contra essa cláusula, quanto a falta de decisões concretas dos participantes da Rio +20.  Além disso, foi anunciado que a partir de 2015 as medidas vão começar a ser tomadas, somente daqui há 3 anos. 
        Resumindo, o evento todo serviu apenas como uma forma exibicionismo para o nosso país. Uma conferência que tinha tudo para prosperar, pois os chefes de Estado e ambientalistas do mundo inteiro estavam lá e talvez muitos com as soluções em suas cabeças e em seus projetos. Talvez falte uma política de direcionamento de verbas que dinamize e faça todos esses projetos saírem do papel. Dessa vez não depende de cada um de nós, chegamos a um ponto em que tudo é uma jogada de marketing e de política. 
        Chegamos num tempo em que nosso próprio futuro é decidido pelos políticos. Então, sociedade abram os olhos e façam o favor de votar em pessoas coerentes, e que no mínimo tenham a preocupação com o nosso meio ambiente, já que o que fazemos dele (planeta) refletirá nas próximas gerações.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Simples assim...


“Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.”

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Rio+20

         Dia 13 começou a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontece até 22 de junho, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

        O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

             A Conferência tem dois temas principais:
    -  Economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza;
    -  Estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

           A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, acontece a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida serão programados os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. E após ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.
         "Severn Suzuki" da Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente, durante a ECO 92 - Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, ficou conhecida como "a garota que calou o mundo por 6 minutos":

     1992, não era nem nascida, e hoje em 2012, parece que não mudou muita coisa por aqui...
   
             Quem está acompanhando as últimas notícias sobre as negociações da Rio+20, deve saber que as conclusões a que foram chegadas traduz muito pouco o que se esperava da Conferência. É triste e revoltante, mas a verdade é que as nações estão muito mais preocupadas com as questões econômicas do que com as questões ambientais. O desenvolvimento sustentável, precisa deixar de ser moda e passar a ser obrigação.

sábado, 16 de junho de 2012

Surgiu na madrugada...



          Gostei dessa citação do Érico Veríssimo, quer dizer que não importa o quanto queremos algo ou como estamos realizados, o deslumbramento nos faz cegos e às vezes indiferentes para os pequenos acontecimentos.
          Mais humanos e menos materialistas, afinal nada levamos dessa vida, mas lembre-se de que deixamos o que fomos e construímos. Por isso, não esqueça quem você é e da onde veio, provavelmente onde se chegará é reflexo de onde se esteve. Talvez com a cabeça nas nuvens, mas sempre com os pés no chão!  



Ótimo fim de semana, Beijão!
Mais uma vez, obrigada pelo apoio. (:

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Banalidades...

          Nos acostumamos a ligar a TV e ouvir assassinatos, acidentes, mortes, corrupções, CPI's, frio... frio? é o frio virou notícia no Brasil inteiro como se isso fosse coisa de outro mundo. Sei que todos nós temos liberdade perante a mídia de publicarmos o que quisermos, sem a censura de ninguém. Mas o senso do ridículo existe para quê? Será que não estamos esquecendo de avaliar o que realmente nos interessa?       Muitos dizem que a mídia e seus grandes impérios são alienantes, mas na verdade é o povo que se deixa alienar. Onde se viu trocar noticiários, jornais, revistas, livros pelas redes sociais? Posso até estar me contradizendo, pois sim, passo boas horas em frente ao computador em redes sociais, mas ainda dou valor a qualquer noticiário que seja, amo ler jornal impresso, porque é o papel de cada de nós um escolher o caminho que se quer seguir,ser influenciado ou não. Sempre tive minha opinião formada a cerca do poder da mídia, muito antes de começar a estudar sobre isso no Jornalismo. E a cada dia que passa vejo injustiças sendo cometidas pelos dois lados, é o povo também não condiz com o que reclama, só dizem que notícias ruins são veiculadas, mas não fazem absolutamente nada para essa realidade mudar.  Tenho dois fatos de extrema importância que quero relatar, já que nesse feriado estou em casa e tive tempo de assistir televisão e de poder avaliar melhor os fatos. 
           O primeiro é o caso de um caminhoneiro que saía do Paraná em direção ao RS, tinha seu caminhão com cargas de laranja quando em uma curva sofreu um acidente tombando a carreta que dirigia, pois bem o que aconteceu é que ele sobreviveu graças as laranjas que ele conseguia resgatar da carga tombada. E quando foi entrevistado já no hospital e sob cuidados médicos, perguntaram para ele o que o suco de laranja representava pra ele, ele respondeu: VIDA!***
             Fazia tempo que eu não assistia uma notícia tão interessante e até comovente, uma simples laranja, um acidente, entre tantos que acontecem diariamente, mas uma coisa incomum: a gratidão daquele homem perante a uma coisa que a nós parece banal. São acontecimentos diários que talvez por tempo, ou por falta de atenção que passam desapercebidos. E somente em situações extremas é que damos valor aquelas pequenas coisas que jamais imaginaríamos que seriam importantes. Baseado nessa história, associo meu comentário com um livro que eu to lendo ( O show do Eu - Paula Sibilia) para um trabalho da faculdade, o qual fala exatamente sobre esses assuntos, a excentricidade que movem as relações do homem. Nos preocupamos tanto com nós mesmos que tudo se torna banal e sem atração nenhuma. É exatamente o que diz em um dos trechos:
 " não nos faltam notícias o que nos falta é algo surpreendente..."
       



       Assim como a história daquele senhor sobrevivente, espero poder assistir a muitas reportagens com pessoas que fizeram de coisas consideradas BANAIS o seu motivo de VIVER.

*** Notícia veiculada pela RBSTV 08/06/12

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Meio caminho andado...

     Percorremos metade do ano, já! Passou rápido hein!? 2012 de vento em popa... Estão gostando de onde estão indo e do que andam fazendo?


     Musiquinha para reflexão: ;D

    Feliz Junho à todos! Um ótimo fim de semana, descansem aqueles que estão atarefados de segunda à sexta e quem está em greve... Aproveita pra ler, assistir filmes, dormir, passear, tomar mate... Faça isso bastante, porque presumo que essa nossa greve vá longe! rs Beijo. :*