quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mudar é...

      
                      Só a palavra mudança já soa (para mim) um pouco devastadora. É tem pessoas que amam mudar, porém digo que nunca foi tão fácil assim. Quando se sonha alto e de fato se consegue chegar no lugar tão almejado, nem sempre é tarefa fácil se despedir de quem mais se ama. Seja a circunstância que for, toda a mudança tem suas consequências, na maioria das vezes é boa, mas claro que junto com ela vem a saudade da cidade onde moramos desde o nosso nascimento, nossas amigas e companheiras de uma vida toda. Quando pensamos em uma carreira profissional, em uma faculdade, simplesmente deixamos nosso mundo adolescente para trás e vamos em busca disso. É inevitável escolhermos outra coisa depois de já se ter planejado tudo isso,  até porque não vivemos no mundo do Peter Pan em que seremos do mesmo tamanho por toda a eternidade. Precisamos mudar é claro, faz parte da vida de todos e recomendo quando for mudar algo em sua vida jamais olhe para trás.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Indispensáveis III

Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe)



Le Petit Prince é um romance do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro em língua francesa que mais foi vendido no mundo, com cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições.  Também se trata da terceira obra literária  mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 idiomas e dialetos.  Em Portugal, O Principezinho integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 2º Ciclo do Ensino Básico.  No Japão, há um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho. O autor do livro também foi quem fez suas ilustrações originais e acredita-se que parte do enredo da obra e as aquarelas de Antoine de Saint-Exupéry tenha sido inspirada pela sua ida ao nordeste do Brasil, onde ele teria se encantado com o Baobá, árvore de origem africana trazida à terra brasileira. 

Um filme musical intitulado The
 Little Prince foi feito baseado no livro e lançado em 1974. Na década de 80 foi lançada uma série de desenhos animados chamada As Aventuras do Pequeno Príncipe.


Quem são os adultos? Quem são as crianças?
O primeiro desenho do nosso piloto de aviões foi uma jiboia fechada: uma jiboia engolindo um elefante. Ele mostrava aos adultos, mas ninguém o compreendia. Diziam que o desenho se parecia com um ‘chapéu’. Tentou exemplificar desenhando jiboias abertas, mas não obteve sucesso! Os adultos não compreendiam as crianças, pois estavam muito ocupados com outros assuntos.


Já adulto, o piloto procurava conhecer pessoas inteligentes, que compreendessem o desenho da jiboia. No entanto, os homens estavam mais interessados em conversar sobre gravatas, golfe, política… Isso os deixava encantados!
Tudo muda quando ele conhece o pequeno príncipe em pleno deserto do Saara. Seu avião dera uma pane e ele precisou parar para fazer alguns consertos. Um tanto assustado, por ver um menino vestido feito príncipe em pleno deserto, não soube o que pensar. O garoto lhe pedia que desenhasse um carneiro. O piloto desenhou o que sabia desenhar: uma jiboia fechada. Para a sua surpresa o menino reconheceu o desenho, mas o recusou; ele precisava de um carneiro.
Assim, nasceu a amizade entre o aviador e o pequeno príncipe. Aos poucos, o piloto de aviões conhecia o seu grande amigo por meio das histórias fragmentadas que o principezinho lhe contava.



Exupéry nos oferece uma história de paz, escrita em tempos de guerra. Seu principezinho surgiu como esperança de um mundo pacificado, de respeito às diferenças. Um mundo, talvez, dedicado às crianças. Sua jornada passa por vários planetas, tão pequenos como o dele. 
Rico em simbologismos, dentre tantos temos seus personagens, os quais nos levam a grandes reflexões: o rei; o contador; o geógrafo; o bêbedo; a raposa, esta talvez seja a personagem mais conhecida; a rosa, entre outros.



É algo com que o leitor pode se deliciar. 
Afinal, o príncipe percorreu muitos planetas,- sete, com a Terra - conheceu criaturas estranhas, algumas tremendamente egoístas, outras terrivelmente solitárias. A viagem do principezinho começou quando ele se desiludiu com sua flor, e considerou que ela era boba e exigente, ou seja, egoísta e voluntariosa, tirando a tranquilidade de seu pequeno mundo. Mas na jornada que o levou ao planeta Terra ele também adquiriu experiência. Mais do que isso, entendeu, com o coração, que sua flor era única no mundo - apesar dele ter descoberto que existem outras de sua espécie - por isso, cabia a ele proteger e cuidar dela. Mesmo que fosse um pouquinho vaidosa, ou egoísta, e que fingisse não amá-lo.

Ao deixar a Terra, o príncipe ofereceu de presente ao seu amigo aviador, as estrelas; pois ele estaria em cada uma delas. E nos ofereceu uma lição difícil, a de que o amor verdadeiro dispensa reconhecimento e declarações. "Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para fazê-lo feliz quando a contempla"...




Deste modo, percebemos que o livro "O pequeno príncipe", é uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores; é uma fábula sobre amizade, solidariedade e desapego. De um jeito muito singelo, coloca diante de nós a nossa cegueira. Onde está o que procuramos? Nosso olho alcança?

Raposa:

"... E tu não deves esquecer: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

E assim termino minhas três postagens  sobre os livros!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Estou de volta II

                Aqui estou eu meu Alegrete... (hehe) como é ótimo voltar para casa depois de uma temporada descansando. Ou eu sou fanática demais ou poucos se importam com esses pequenos detalhes, pois então confesso que me dá uma sensação prazerosa quando sinto o ar da minha cidade, da minha casa. Estava morrendo de saudade dos meus pais, minha casa e das amigas então nem matei a saudade ainda. Tenho muitas histórias da praia, fui a Tramandaí passei 10 dias lá, me diverti, descansei , "limpei" a cabeça descansei muito, pois sabia que a vida me esperava aqui. Daqui a uma semana estou de mudança e tudo vai mudar, não sei se me acostumo ou se sinto mais saudades ainda, mas sei que nessas horas mais que nunca precisamos ser firmes e acreditar que tudo vai dar certo. É tudo novo denovo. Quando converso com minhas amigas e elas me falam que tudo está dando certo, que arrumaram já um lugar para morar, passaram na faculdade e sinto uma energia boa. Cada uma em sua profissão distinta mas unidas pela amizade. Acredito também em fé, e que se perseguirmos um objetivo o dia todo, é quase impossível não alcançá-los e não precisa ler  O Segredo(o livro), nem fazer terapias, o poder   da perseverança funciona mesmo, basta acreditar e seguir em frente. Essas férias vieram em uma ótima hora e só me trouxeram bons ares, agora desejo a todos os leitores que 2012 seja maravilhoso cheio de energia e força para aguentar o que vier, porque afinal TODOS nós somos fortes e capazes de chegarmos onde quisermos.

Muito sucesso a todos e continuem nos acompanhando!
Beeijos
Kelem

Feliz Aniversário!! /Estou de volta...

        Gente aqui estou eu depois de muito tempo ausentada estava dando um tempo para a vida, para a cabeça, enfim descansando totalmente. Me desliguei do mundo só assistia o jornal e as pessoas passarem na rua, é isso eu conto melhor na próxima postagem pois essa eu destino a Laura. É ela estava de aniversário dia 11 de fevereiro e eu não pude postar nada pra ela, mas liguei e parabenizei ela (hehe) portanto essa postagem é um simples homenagem a ela.
        Laura...        estou feliz porque hoje é o seu dia. Um dia de reunir os amigos e cantar parabéns à você. Desejando que esta data tão querida, se repita por muitos e muitos anos.
            Parabéns!!
      Que todos os votos de felicidades, cheguem até o trono de Deus, para torná-los realizáveis o mais rápido possível. É festa no olhar de todas as pessoas que tem um abraço para te ofertar. Um olhar de carinho para te oferecer.
            Você merece e os homenageados de hoje somos todos nós que temos a sua amizade. Feliz aniversário, muitos anos de vida, saúde e paz. Que Deus te abençõe a cada ano e que essa nova idade traga á você muitas chances para vencer, você merece, isso é pouco, muito pouco o que temos para te desejar amiga.
Parabéns e muitos anos de vida.
Feliz aniversário.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

É assim!


 
   Obs.: A Kelem estava viajando, mas já está de volta. Daqui a pouco ela nos honra com suas postagens! haaha
  Como no ano passado quando eu viajei ela ficou atualizando o blog, agora foi a minha vez. shauhsua
   
    Ahh, não esqueci minha postagem sobre o próximo livro... (prometi três e postei dois) já já ela vem!
    Beijoos!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O Carnaval



Bom carnaval! (rsrs)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

E assim vivemos

Dentre o que é postado no Facebook, me deparo com isso:



  Um homem sentou-se em uma estação de metro em Washinton DC e começou a tocar violino; era uma manhã fria de Janeiro. Ele tocou peças de Bach por aproximadamente 45 minutos. Durante esse tempo, considerando que era horário de pico, calcula-se que 1100 pessoas passaram pela estação, a maioria a caminho pro trabalho.
  Três minutos se passaram, e um homem de meia-idade percebeu que um músico estava tocando. Ele diminuiu o passo, parou por alguns segundos, e então apressou-se a seus compromissos. Um minuto depois, o violinista recebeu sua primeira gorjeta de 1 dólar: uma mulher arremessou o dinheiro na caixa e continuou a andar. Alguns minutos depois, alguém encostou-se na parede para ouvi-lo, mas o homem olhou para seu relógio e voltou a andar. Obviamente ele estava atrasado para o trabalho. Quem prestou mais atenção foi um garoto de 3 anos de idade. Sua mãe que o trazia, o apressou, mas o garoto parou pra olhar o violinista. Por fim, a mãe o empurrou fortemente, e a criança continuou a andar, virando sua cabeça a toda hora. Essa ação se repetiu por muitas outras crianças. Todos os pais, sem exceções, os forçaram a seguir andando.
   Nos 45 minutos que o músico tocou, apenas 6 pessoas pararam e ficaram lá por um tempo. Aproximadamente 20 o deram dinheiro, mas continuaram a andar normalmente. Ele recebeu $32. Quando ele acabou de tocar, ninguém percebeu. Ninguém aplaudiu, tampouco houve algum reconhecimento. Ninguém sabia disso, mas o violinista era Joshua Bell, um dos mais talentosos músicos do mundo. Ele acabara de tocar umas das peças mais difíceis já compostas, em um violino que valia $3,5 milhões de dólares.




  Dois dias antes dele tocar no metrô, Joshua Bell esgotou os ingressos em um teatro de Boston onde cada poltrona era aproximadamente $100. Esta é uma história real, Joshua Bell tocou incógnito na estação de metrô, que foi organizado pelo Washington Post como parte de um experimento social sobre percepção, gosto, e prioridade das pessoas. O cabeçalho era: no ambiente comum em uma hora inapropriada: NÓS PERCEBEMOS A BELEZA? NÓS PARAMOS PARA APRECIÁ-LA? NÓS RECONHECEMOS TALENTO EM UM CONTEXTO INESPERADO?


 

   Uma das possíveis conclusões desse experimento poderia ser: 
SE NÓS NÃO TEMOS TEMPO PARA PARAR E OUVIR UM DOS MELHORES MÚSICOS DO MUNDO TOCANDO ALGUMAS DAS MELHORES MÚSICAS JÁ COMPOSTAS, QUANTAS OUTRAS COISAS MAIS NÃO ESTAMOS PERDENDO???



   Isso ocorreu nos Estados Unidos, no Brasil não seria diferente. Se fosse o Michel Teló, a maioria não iria dar aquela "Fugidinha" e sim parar, cantar e dançar "Ai se eu te pego".
  Aprenda a apreciar as boas coisas, não o que a mídia impõe! :D

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Martha Gellhorn

          Martha Gellhorn (08 de novembro de 1908 - 15 de Fevereiro de 1998) foi uma romancista americana, escritora de viagens e jornalista , considerada uma das maiores correspondentes de guerra do século 20. Ela relatou praticamente todos os grandes conflitos mundiais que ocorreram durante sua carreira de 60 anos. Foi  a terceira esposa do romancista norte-americano Ernest Hemingway de 1940 à 1945.


   Gellhorn começou por acaso na profissão. Judia e pacifista, virou militante antifascista por conta do nazismo, que apoiava o franquismo na guerra na Espanha. Foi para lá não para escrever, mas, com uma carta de apresentação da "Collier's", foi convencida a relatar o que via em Madri. A revista pediu mais.
Sua descrição, de 1937, da morte de uma criança espanhola vale para qualquer época. 


"A senhora está no meio da praça quando ocorre a próxima explosão. O obus dispara um estilhaço de aço retorcido, afiado e incandescente, que acerta a garganta do menino. A velha senhora fica parada, [...] olhando o menino com um ar abobalhado, sem dizer nada."
           Ela não tinha os horários rígidos de um jornal; podia ir para onde quisesse e passar o tempo necessário. Cobriu a invasão soviética à Finlândia e esteve na guerra entre chineses e japoneses antes de os EUA entrarem no conflito, em 1941. Ironicamente, a partir daí teve mais problemas para trabalhar - ao contrário do então marido e também correspondente Ernest Hemingway (1899-1961).
Ernest Hemingway e Martha Gellhorn posam no terraço da casa em Sun Valley Lodge, em 1940
         Só em 1943 pôde cobrir a guerra na Europa - e o fez tão bem, ou melhor, que o marido. Hemingway era um garotão narcisista, figura central de vários de seus textos. Gellhorn era boa observadora. Dizia que, "para fins de higiene mental", desistira "de tentar pensar ou julgar" - embora deixasse clara, por exemplo, sua posição na Guerra dos Seis Dias (1967). Crítica do envolvimento dos EUA no Vietnã, ela condenou as restrições que surgiram depois para o registro de conflitos, como na Guerra do Golfo (1990-91). Seria curioso saber o que pensaria das coberturas pós 11 de Setembro, como do "encaixe" de jornalistas entre as tropas anglo-americanas que invadiram o Iraque em 2003 ou as restrições que Israel faz hoje à imprensa.
Arquivo: Gellhorn Hemingway 1941.jpg 
Sobre o livro A Face da Guerra, que ganhou edição brasileira em 2009: 
Não poderia haver um lançamento mais oportuno que "A Face da Guerra", coletânea de textos daquela que foi um dos maiores correspondentes internacionais do século 20. O livro sai pela Objetiva na coleção Jornalismo de Guerra, com curadoria de Leão Serva e do jornalista da Folha Sérgio Dávila.Seria possível dizer que Gellhorn (1908-1998) foi "a" mais notável correspondente de guerra do século 20. Mas seria sexismo. Na coragem e na qualidade dos escritos, ela não deixava nada a dever a ninguém. Os textos cobrem conflitos da Guerra Civil Espanhola (1936-39) à invasão americana do Panamá (1990). Separados no tempo por meio século, têm em comum a empatia com as principais vítimas dos conflitos: civis e soldados forçados a lutar.
             "Escrevi ficção porque adoro, e o jornalismo por causa da curiosidade que [...] só termina com a morte. Embora eu há muito tenha perdido a fé inocente de que o jornalismo é uma luz orientadora, ainda acredito que ela é melhor que a escuridão total", escreveu ela."
"Os oficiais de relações públicas do Exército americano, os patrões da imprensa americana, eram [...] dogmáticos que faziam objeção à presença de uma correspondente mulher junto às tropas", anotou ela na primeira edição do livro (1959)."
              Gellhorn permaneceu de esquerda durante toda a sua vida. Foi uma proeminente defensora de Israel e da República Espanhola. Ela era uma visitante freqüente de Israel depois de 1949. Ela não foi conhecida por ter elogiado o comunismo e o stalinismo, e por sua vez também recusou-se a criticá-lo. Conheceu Ernest Hemingway em Key West em 1936. Eles se casaram em 1940. Sua fama refletia como a terceira esposa de Hemingway, mas ela não tinha intenção de "ser uma nota de rodapé na vida de outra pessoa". Como condição para a concessão de entrevistas, o nome de Hemingway não deveria ser mencionado. Seu casamento durou até 1945.

           Em 1949, Gellhorn adotou um menino, Sandy, de um orfanato italiano. Embora Gellhorn tenha sido uma mãe dedicada, ela não era uma mulher maternal. Deixou Sandy aos cuidados de parentes em Englewood, Nova Jersey por um longo período de tempo. Sandy suportou muitas ausências de Gellhorn durante as suas viagens. Ele cresceu, e sua relação com a mãe tornou-se amargurada. Martha Gellhorn morreu em Londres em 1998, aos 89 anos, cometendo suicídio por overdose de drogas após uma longa batalha contra o câncer e cegueira quase total. Martha Gellhorn Prêmio de Jornalismo foi criado em sua homenagem. Publicou livros de ficção, escrita de viagens e de reportagem. Suas cartas selecionadas foram publicadas postumamente em 2006. Em 5 de outubro de 2007, a United States Postal Service anunciou que iria honrar cinco jornalistas de primeira classe do século 20 com selos postais, que foram emitidos em 22 de abril de 2008, entre os homenageados: Martha Gellhorn, John HerseyGeorge PolkRubén Salazar e Eric Sevareid.




      Hoje, dia 15 de fevereiro, faz 14 anos desde sua morte. Com certeza, Martha Gellhorn deixou um legado muito grande. Fica aqui, nossa homenagem a essa brilhante jornalista.
     Em outra postagem já tinha mencionado que o livro Por Quem Os Sinos Dobram, foi escrito por Ernest Hemingway, baseado em sua então esposa Martha Gellhorn. A série do canal por assinatura HBO chamada Hemingway e Gellhorn estreará em Maio. Será uma oportunidade para quem puder  conhecer melhor a história de pessoas que colaboraram para a informação e literatura, em um período difícil da História.

Obs.: E aí Kelem, futura jornalista, te anima ser correspondente de guerra?

Bjos, boa semana!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Valentine's Day ♥

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado. O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Ficheiro:Prang's Valentine Cards2.jpg
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno(deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). 
 
 A felicidade é algo que predomina nesta data. O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países. Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um 
Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.  Estima-se que, mundo fora, que esse dia é um dos mais lucrativos do ano.

No Brasil (como sempre, diferente da real data de comemoração), ocorre no dia 12 de Junho por ser véspera do Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro. 

 


Happy Valentine's Day!!!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Indispensáveis II

Alice In Wonderland (Alice no País das Maravilhas)


Publicado em 1865 por Lewis Carroll (pseudônimo do escritor, matemático, desenhista e fotógrafo Charles Lutwidge Dodson), “Alice no País das Maravilhas” foi escrito para a garota Alice Liddell e suas irmãs, filhas de um importante magistrado inglês. Hoje o livro é tido como uma obra-prima da literatura mundial, uma fantástica história recheada de referencias filosóficas e enigmas matemáticos por entre suas páginas.

O filme mais recente foi lançado em 2010 pela Disney e pela direção de Tim Burton.


Uma curiosidade muito interessante está na criação da história: o escritor simplesmente narrou (no improviso) a história para Alice e suas irmãs durante uma viagem pelo rio Tâmisa em 1862, sendo transcrito apenas dois anos depois como presente à menina e publicado no ano seguinte. Os personagens principais foram inspirados em pessoas do convívio de Charles e das meninas. Sua mãe autoritária deu origem a Rainha de Copas e consequentemente seu pai, o Rei, que sempre viveu a sombra dela.
Logo no início, nos surpreendemos com a história de Alice que, ao sair para o campo com sua irmã mais velha, vê um coelho branco tirar um relógio do bolso do colete e anunciar “Estou atrasado!”. Achando o fato extraordinário ela o segue e cai em sua toca, que transporta tanto a menina quanto o leitor para o País das Maravilhas, um lugar ilógico e fantasioso cheio de criaturas falantes e loucas festas do chá em companhia do Chapeleiro Maluco, da Lebre de Março e do Dormundongo além de outros personagens-chave muito conhecidos que interferem diretamente na história da menina Alice como o Gato Risonho e a Rainha de Copas.




A história de Alice nasceu como conto infantil, evoluiu para uma complexa provocação matemática e consolidou-se por sua capacidade semântica e criativa. Tudo para instigar as mentes juvenis da virada do século 19, quando o mundo ainda precisava ser explorado e a vida era difícil, mesmo para uma burguesia limitada por seus portões de aço ou mansões cercadas pela pobreza do proletário industrial. As barreiras modernas são outras e o amadurecimento de Alice caminha na direção da independência – pessoal e comportamental. É a jovem atual e, no mundo virtual de seus sonhos, pode tudo. Muda de tamanho, de visual, de idéia, de postura e precisa matar um monstro por dia. Alice não é mais menininha e não há príncipe encantado vindo salvá-la, pelo contrário, só ela pode decidir o destino do País das Maravilhas.
Tudo muda a nossa volta, mas as maiores mudanças acontecem quando mudamos mais que o entorno. Uma Estranha Numa Terra Estranha. Ainda não está pronta. O tempo é curto. O Coelho Branco está atrasado. E o Jabberwocky está à espreita.


Com quase 150 anos, essa fábula ultrapassou os séculos e continua encantando a todas as crianças com uma leitura envolvente e dinâmica. O livro de Lewis Carroll ainda é uma das melhores sugestões de leitura para crianças de 0 à 99 anos!


Chapeleiro:
" - Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?"


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Indispensáveis

Dando sequência na postagem da Kelem, sobre a importância da leitura em nossas vidas...

Cada pessoa tem sua preferência em termos de livros. Existem aquelas que gostam de ficção, outras preferem romance, há quem goste de aventura, auto-ajuda, contos, crônicas... Bom, são inúmeros os tipos de livros existentes e conforme as modernizações, novas possibilidades de literatura vão surgindo. Mas, independentemente do tempo em que foram lançados, da idade ou da geração dos leitores e do lugar a que pertencem, existem os "Clássicos Mundiais", aqueles "de cabeceira", que devem ser lidos, relidos e lidos mais uma vez.
Em sua maioria são livros que foram destinados para o público infantil e tomaram repercussão no mundo, tanto por sua simplicidade e inocência quanto pelos valores que ensinam, não só para as crianças, mas para os adultos também, pois muitos esquecem constantemente o verdadeiro significado da vida e do convívio em sociedade.
Vou falar sobre três livros, que considero indispensáveis, começando...




The Wonderful Wizard of Oz (O Mágico de Oz)

Ficheiro:Wizard title page.jpg

Desde o final do século XIX, na Europa, alguns dos autores infantis vinham questionando o teor das histórias infantis: pregavam que deveriam ser menos violentas e apresentar personagens mais criativos - já que as velhas figuras dos contos de fada tinham se tornado desinteressantes. Defendiam, ainda, que a função dessa literatura era divertir e entreter - não moralizar; esse papel cabia à família e à escola. A esta corrente adere o americano Lyman Frank Baum. Em maio de 1900 lança "O Maravilhoso Feiticeiro de Oz", que logo se transforma num dos maiores sucessos editoriais da História. No Brasil, O Mágico de Oz.

Sua obra marcou de tal forma que o autor viu-se obrigado a produzir sucessivas continuações, dando início a uma série continuada por outros autores, que está longe de encontrar um desfecho.
A canção Somewhere Over The Rainbow (Além do Arco-Iris), cantada por Dorothy, é umas das músicas mais conhecidas de todos os tempos.
Das inúmeras versões para o cinema, a mais lembrada é a de 1939, o filme musical "O Mágico de Oz" transmitiu ainda mais alegria. Também já houve vários espetáculos na Broadway que encantaram o público em diversos países.

Dorothy vive no Kansas com seus tios. Quando um furacão leva sua casa pelos ares, a menina, a casa e seu cachorro Totó vão parar no incrível Mundo de Oz, onde criaturas fantásticas habitam os lugares mais fantasiosos e inimagináveis possíveis.

No desenrolar do livro, Dorothy conhece personagens cativantes como o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde, todos, junto com Dorothy, partindo em sua jornada de encontrar o famoso Mágico de Oz, o qual dizem ser o único capaz de atender seus desejos individuais.
Dorothy, quer voltar para o Kansas; o do Espantalho, quer ter um cérebro; o do Homem de Lata, quer ter um coração; o do Leão Covarde, quer ter coragem.




A lição que pode ser aprendida durante a leitura do livro é que, não importa o que pensemos, nenhum lugar nos traz tanto conforto quanto a nossa casa, é onde nosso coração mora, onde sentimos que podemos ser nós mesmos sem nenhum tipo de restrição. Não importa a quantidade de amigos que temos, que sejam poucos, mas verdadeiros e de coração. A importância de valores como respeito ao próximo, compaixão e solidariedade, além de uma poderosa lição de vida no sentido de que, às vezes, não precisamos ter tudo aquilo que desejamos para sermos completamente felizes. Basta estar na companhia de pessoas que te façam bem.


É um livro sem restrição de idade. Há sempre um detalhe ou outro a ser aprendido, e conhecimento nunca é demais!







terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Palavras de Bob Marley

Ontem (06/02) ele estaria de aniversário...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Ler é...

"Uma boa leitura faz com que mudemos o rumo da nossa visão e da nossa vida."
                                                                                       João Cabral de Melo Neto

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Os padrões físicos

            O corpo é o bem maior que o homem possui, por isso ele tem a responsabilidade de cuidá-lo para se sentir melhor e, consequentemente ter um bom relacionamento na sociedade em que vive. Com os avanços tecnológicos e a vida ocupada, muitos problemas de saúde agravaram-se como : o estresse, a hipertensão, o diabetes, e lá se vai uma série de doenças.
            A definição de corpo saudável varia de acordo com cada um, porém a sociedade moderna impõe certas "regras", as quais a maioria da população tenta se adequar. O que é completamente errado e causa mais danos à saúde. O principal fator que deve ser levado em consideração é a autoestima, pois ela é que determina boa parte da "saúde" psicológica. Gostar de si mesmo é um grande passo para a cura de muitas doenças e é claro para o bom convívio no meio social. Devemos procurar melhorar nossa alimentação de acordo com o que o nosso corpo necessita. Fazer atividade física, sair com os amigos, viajar, é uma boa sugestão para amenizar os problemas tanto da saúde física quanto da psicológica, pois ambas interligam-se. A meu ver corpo "perfeito" não existe, mas o mais próximo disso é aquele em que a pessoa se sente bem alegre e que a aparência pouco importa, pois o que vale é o sentimento interior do indivíduo. 
             O importante é que não comentam exageros e que cada um saiba dosar os exercícios de acordo com o seu metabolismo. Afinal podemos viver bem e em harmonia com nosso corpo na medida certa. Não podemos deixar que as influências sociais e midiáticas ponham em risco a saúde da população. O que importa não é o tipo físico e nem o corpo que a pessoa tem, seja ela magra ou gorda, o que mais devemos prezar são os valores que cada um carrega em si. A solução é deixar de lado os padrões e nos aceitarmos como somos.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Tudo se encaixa




Tudo o que nos fez feliz ou infeliz,
serve pra montar o quebra-cabeça da nossa vida,
um quebra-cabeça de cem mil peças.

Aquela noite que você não conseguiu parar de chorar,
aquele dia que você ficou caminhando sem saber para onde ir,
aquele beijo cinematográfico que você recebeu,
aquela visita surpresa que ela lhe fez, o parto do seu filho,
a bronca do seu pai, a demissão injusta,
o acidente que lhe deixou cicatrizes,
tudo isso vai, aos pouquinhos, formando quem você é.
Não há nenhuma peça que não se encaixe.
Todas são aproveitáveis.
Como são muitas, você pode esquecer de algumas,
e a isso chamamos de "passou"...

Não passou!! Está lá dentro, meio perdida,
mas quando você menos esperar,
ela será necessária para você completar o jogo e se enxergar por inteiro.
Martha Medeiros